Tipo de Tipos - O Vacilão
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Sempre foi desse jeito, só mudam as personagens e as circunstâncias: a gente pensa que, enfim, encontrou uma pessoa em que pode se confiar, e ela diz que confia em você. Mas quando você menos espera, a facada vem do lugar de onde menos se espera, justamente dessa pessoa. Sim, meus caros, é um baque. É um golpe quase fatal. Culpa de um vacilão.
O pior é que o maldito pensa que pedir desculpas é suficiente. Não é.
Pior que isso é que ele quer que a confiança seja a mesma de antes da facada. Não será. Nunca.
Pensando bem, nem sei o que é suficiente, porque penso que a falsidade é uma das piores violências contra o próximo. E a cicatriz está num lugar onde não vai sumir nunca: o coração.
O melhor é jogar essa pessoa no vento e esquecer, até porque gente desse tipo… Bem, a melhor resposta, por incrível que pareça, é o silêncio. Até porque se esse silêncio fosse traduzido em palavras, seria uma sequência de palavrões capaz de fazer meu amigo Pedro ficar ruborizado.
Se perdoar é divino, então é melhor eu ver com o Capeta se ele tem uma vaga de ajudante lá no Inferno. Estou precisando de um emprego que pague mais do que o meu atual. Espetar a bunda de algumas almas desgarradas com um tridente pelo resto da Eternidade até que é bom negócio.
Tags: cotidiano

Eu sempre me f*** nisso, pq sempre confio nas pessoas. E sempre levo facada (e tb flechada, machadada, chicotada, borrifada, canetada, chinelada, pancada, ovada, paulada, hackeada…)
Mas infelizmente os relacionamentos humanos são assim… Vivendo e aprendendo (ou não).
Fica triste não!!
Beijoooo!!
Verdade primo. Já fui o Vacilão e já levei a facada…rs
Amigos, realmente, levar uma facada é muito ruim.
E pior quando você se dedica, torce, chora com a pessoa, por achar que ela vai estar do seu lado nos momentos embaraçosos e não vai dar ouvidos para pessoas que ela dizia não confiar…mas aí acontece o contrário e fode tudo mesmo…e…paciência. Mas olhemos para o futuro, até porque se o passado é um morto-vivo, que ele seja um zumbi num filme de Hollywood e me deixe ser feliz. Eu estou feliz porque sei que tenho meia dúzia de amigos que eu posso confiar… é melhor que dizer que se conhece meio mundo e na hora de chorar as pitangas não ter ninguém. A realidade é que a gente colhe o que planta.
Abraço a vocês, e mais uma vez, obrigado pela visita! Juro que da próxima vez ofereço um bolo de cenoura e um cafezinho!
Grande Flávio. Tô me recuperando da semana de provas, meu amigo, e passando pra conhecer seu novo espaço. Tá de parabéns. O humor refinado de sempre, com a pitada de raiva necessária…
Quanto ao texto, também já fui vítima de vacilões, e não foi uma vez só.. É como dizia o Nelson Rodrigues: “Nunca vi ninguém subir num palanque e gritar “Eu sou um canalha!”". É complicado adivinhar essas coisas… Outro dia, coloquei uma da Mae West no blog, que pode ser uma espécie de antídoto para nós, que teimamos em acreditar nas pessoas: “Dê às pessoas uma segunda chance; nunca uma terceira”…
Abração, amigo
Grande Marcelo, tudo bem?
Obrigado pelos elogios, e espero que eu continue a corresponder a atenção de vocês todos, realmente sem vocês esse espaço não existiria…
Quanto ao texto, eu digo mais, meu caro, tem gente que não merecia nem uma primeira chance, mas como bolas de cristal não funcionam, a confiança acaba sendo uma loteria.
E parece que estou sumido do seu blog, mas não estou não, estou sempre acompanhando as discussões, só que na maioria absoluta das vezes que abro seu blog é no trabalho, e o servidor de lá não deixa eu comentar nos blogs do blogspot :/
No mais, é isso.
Abs!