Archive for the ‘Amor’ Category

Eu no Duelos

rocky

Escritor no Brasil é como o Rocky Balboa: sofre, leva porrada até dizer chega, mas no final acaba dando tudo certo. Ou não.

Fala gente.

Dá uma olhada no segundo poema da série Amor e Futebol, que o Shintoni está postando aos poucos no Duelos Literários. Para quem não viu essa série antes - já postada no meu antigo blog - e quer conhecer, vai lá. Quem já conhece pode matar as saudades também. Clicaê:

http://duelosliterarios.blogspot.com/2009/11/amor-e-futebol-ii-ou-ainda-sindrome-de.html

Abraços!

Eu no Duelos!

 

Sou mais a velhinha…

E aí, macacada, beleza?

Mais um poema do bom lá no Duelos Literários, confira e reflita:

http://duelosliterarios.blogspot.com/2009/11/amor-e-futebol-i-por-flavio-braga.html

Abraço!

(in)Segurança Feminina!

Penso que o Angeli conseguiu explicar nesse quadrinho a questão da segurança feminina e da sensibilidade masculina melhor do que meu texto… 

Uma das poucas coisas que eu tenho certeza que vou morrer sem saber é o porque das mulheres serem tão indecisas. É um tal de “talvezâ€, de “seâ€, de “seráâ€, que deixa qualquer homem maluco. Claro, não estou falando que todas as mulheres são assim, tem um número considerável delas (0,2%, e diminuindo) que apertam o famigerado botão do “foda-se†e tudo acaba bem. Também não posso dizer, como se fosse uma verdade absoluta, que os homens são mais decididos. Somos bem medrosos, mas por questões da natureza e sociais, temos sempre que mostrar o contrário. Mas a indecisão das mulheres é uma coisa que me preocupa algumas vezes, mas não deixa de me fascinar.
E me fascina, sim. Tanto que se eu não gostasse, eu procuraria me relacionar amorosamente com homens. Mas como não gosto de ver ou tocar – ou ser tocado por - pênis alheios, prefiro as mulheres. Mesmo que elas inventem mil fantasmas em torno do simples ato de dizer sim ou não e demorem três meses para responder, eu amo as mulheres e vou morrer amando.
Mas até que pensando um pouco melhor, até que entendo um pouco as mulheres. Nós homens inspiramos tanta confiança como uma zaga formada pelo Junior Baiano e o Odvan. 

Eu no Duelos

“Leia ou você vai se ver comigo!” - Palavras de incentivo à leitura do Honorável Chuck Norris. 

Olá meninos, meninas e colunas do meio, mais um poema para os apaixonados lá no Duelos. Esse calor tá me deixando com o coração mole demais…

http://duelosliterarios.blogspot.com/2009/11/amor-timido-por-flavio-braga.html

Abraços!

Eu no Duelos - A Volta!

Fala gente.

Depois de um tempo sem postar nada no Duelos Literários (http://duelosliterários.blogspot.com), segue o link do meu texto - inspiradíssimo, por sinal - que mandei para meu amigo Shintoni postar por lá.

Só um aviso: para quem está apaixonado, o texto é uma boa. E para quem está sozinho, é um estímulo. Olhaê:

http://duelosliterarios.blogspot.com/2009/10/ano-um-por-flavio-braga.html

Abraço!

Carta Para Aninha

Eu sei, meu amor, você não pediu para nascer.

Sei que ao longo de sua vida você pode ficar com raiva por não ser sua culpa em vir ao mundo. Mas escute o papai: sempre que você sentir essa vontade, procure a mamãe ou o papai para uma conversa. Eu sei, algumas vezes nós não vamos te oferecer respostas, mas a gente vai te ajudar a achá-las. Confie nisso.

Meu anjo, a vida, infelizmente, não é justa. Mas tenha certeza de uma coisa: o meu papel e o da sua mãe é fazer com que você sofra menos com injustiças do que nós sofremos. Esse é um compromisso que temos com você para o resto da vida. Como você pode ver, papai não tem super-poderes nem tem o estranho hábito de usar a cueca por cima das calças, mas quando você precisar de socorro de um super-herói, chama papai que ele te ajuda a resolver seus problemas, nem que ele esteja muito velho para dar uma de herói.

Aproveite sua infância, minha filha. Deixa as coisas complicadas com a gente. Brinque. Muito. Apronte um pouquinho. Tudo bem, você pode até deixar papai e mamãe de cabelos em pé (aproveite enquanto papai tem cabelo!) com uma ou outra travessura, mas serão esses momentos bons que você vai levar para a vida toda. Seja uma criança feliz. Papai e mamãe cuidam do resto.

E quando surgir seu primeiro amor, não escute papai. Eu vou dizer que o cara é isso, é aquilo, vou dizer até que ele não gosta de mulher, mas é ciúme do papai. Mas escolha bem, porque – palavra de homem! – são poucos os que prestam. Papai não vai poder te ajudar muito nisso – até porque sou um pai heterossexual e compromissado com sua mãe – mas quando tiver que te proteger, eu vou proteger. Vou te proteger porque te amo.

Eu sei, amorzinho. Sei que esta carta é muito pequena. Mas o amor da gente por você não cabe em palavras.

Seja bem-vinda!

Beijos de um pai coruja que tanto te ama.

–//–

Meu anjinho nasceu ontem, por volta das 10 horas da noite. Acho que foi um dos dias mais felizes - e cheio de nervosismo! - da minha vida. Sou homem, mas chorei. Sou ateu, mas nunca rezei tanto para tudo dar certo. E deu. Ana Flavia, bem-vinda!

É gente, parece que agora sou um pai de família…

NadaCrônicas, 11

ou ainda Uma Filha!

(em homenagem a futura mamãe mais linda do mundo, Léia, e a pequena que está para chegar, Ana Flavia, minhas duas meninas)
 

Tá certo, admito, mal sei tomar conta de mim. Às vezes eu tenho que me perguntar para onde estou indo quando estou no meio do caminho, ou ver meu nome completo na identidade cada vez que me perguntam qual meu nome. Mas quando ela chegar, vai ter que ser diferente, por bem ou por mal.

Eu sei, ninguém nasce sabendo das coisas, muito menos nasce sabendo ser pai. Mas meu caso é um pouco mais complicado: sou completamente distraído. Mas adoro crianças, apesar da recíproca não ser tão verdadeira. Corre o risco dela chorar e eu ameaçar chorar junto, talvez mais alto que ela. Ela vai chorar pedindo a mãe dela e eu vou chorar pedindo a ajuda de qualquer pessoa que tenha um pouco mais de trato com crianças.

Ultimamente o que mais faço é imaginar a carinha dela. Um bebê! Quem diria eu estar falando de criança, com certeza se fosse há um tempo atrás eu repetiria a máxima do Barão de Itararé quanto ao trato com as crianças: se a criança estiver quieta, merece um prêmio pelo bom comportamento, uma bala. Se estiver enchendo o saco, enche a criança de doce para ver se ela para. Mas aprendi que criar uma criança é muito mais complexo. Sei que quando eu for dar banho nela vou sair mais molhado do que ela, ou que eu vou ficar com um medo danado de machucar uma criaturinha tão indefesa, ou ainda quando eu for trocar a fralda dela sei que vai ser uma verdadeira novela. Mas são sacrifícios que valem a pena. Tudo para pôr um sorriso naquele rostinho angelical. E sei que ela vai nos trazer muitas felicidades e vai iluminar a vida de todos que a cercam.

Espero que ela puxe a beleza da mãe, porque se me puxar na aparência, vai virar freira.

Sei que não sou faixa preta de nenhuma arte marcial nem psicólogo infantil. Mas eu tenho que aprender a protegê-la e acalmá-la. Até porque para sempre ela vai ser minha menina.

 

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