Em breve, na parte de vendas desse humilde blog, estará a venda o esperado livro “Como Pessoas Inteligentes Usam Guarda-Chuva”, de George W. Bush.
Esses últimos dias aqui no Rio ficaram naquele “chove, não choveâ€. Como odeio pegar chuva, ainda mais vivendo numa cidade onde um chuvisco de dois minutos pára a cidade toda, nas últimas duas ou três semanas eu carreguei o guarda-chuva para tudo que era lugar. Podia amanhecer com um sol de rachar e estar fazendo 27 graus antes das sete da manhã, lá estava eu de guarda-chuva a tiracolo, esperando a chuva chegar. Duas semanas com um sol danado, e nada de chuva. Até que um dia eu vi que a minha mochila estava muito cheia. Era marmita, material de estudo, material de trabalho, a Taça Jules Rimet, o Elo Perdido e outros mistérios da Humanidade estavam na minha mochila. Encontrei até o Osama Bin Laden dando mole no bolso menor. Então eu resolvi deixar na mochila apenas as coisas que eu precisaria. Olhei pela janela e pensei: “Hoje vai fazer um sol danado, não vai choverâ€. Choveu. Sorte que só choveu à noite, quando eu estava na segurança do meu lar.
De lá pra cá eu não tirei mais meu guarda-chuva da mochila. Anteontem, enfim, eu o usaria. Sim, usaria. Não o usei. Estava chovendo o equivalente ao volume de três Rio Amazonas aqui no Rio. E não é nada, não é nada, um guarda-chuva serve para alguma coisa, seja como bote ou arma contra assaltos. Só que quando abri o guarda-chuva, ele estava furado. Nunca peguei tanta chuva na minha vida.