O Maia, a MÃdia e o Choro
Atenção: Cedi este espaço do meu blog para meu grande amigo VinÃcius, que escreveu um texto que tem a ver com uma das maiores mazelas por qual nossa cidade passou nos últimos anos, a administração do excelentÃssimo Senhor Cesar, O Maia, e principalmente seu filho, que parece que aprendeu algumas coisas da polÃtica tupiniquim com seu velho. Sem mais. O Vinicius pode dizer melhor que eu. Fala então, VinÃcius!
A mÃdia é um instrumento de manipulação de classe, que por vezes tem o papel de criar figurões. Um dos últimos a sair das sais da mamãe mÃdia foi Rodrigo, O Maia. Nosso querido filho do império desmoronado do Rio de Janeiro, construÃdo por César, não aquele de Roma, mas o Maia. Nosso garotão, que hoje já é deputado, tem aparições na mÃdia mais freqüentes do que as narrações do Galvão Bueno e do que os selinhos da Hebe.
Mas o que mais se pode falar dele, além de ser filho de César (Ave!)? Não me recordo de projeto, emenda, ou proposta criada por ele; somente as que atacam pessoalmente o governo, numa tentativa de mais uma promoção midiática. Não me recordo de nenhuma declaração sua a respeito de seu correligionário do castelo de R$ 25 milhões. Mas vale lembrar que os figurões adoram serem usados pela mÃdia.
Segue sua última aparição santo-midiática: a grande média, digo mÃdia, lançou uma declaração sua a respeito do encontro dos prefeitos em BrasÃlia, organizado pelo governo Lula. No evento, existe um pôster do presidente e da ministra Dilma, onde os prefeitos podem tirar fotos. Nosso ilustre parlamentar acusou o Lula de já estar em campanha, quando o correto seria apenas o da pré-campanha(?).
Cabem duas perguntas ao nosso menino prodÃgio: o que difere a campanha da pré-campanha? E mais: existe algum polÃtico que em determinado momento de sua carreira não se encontre em campanha?
Qual é a maldade que se encontra por detrás desta fala difundida por nossa ferramenta condutora de bois? O cerne da questão são os “Democratas†aumentarem seu espaço polÃtico perdido da época da ditadura, através dos ataques ao governo. Resumindo: na arena da polÃtica, o que importa ao DEM é tombar o PT do poder. Se as propostas do Lula tem qualidade, ou não, isso já não importa.
Com isso, os “Democratas†não aceitam a posição privilegiada de quem está no poder. Acusam o Lula de estar em campanha, mas não estariam em campanha também, Rodriguinho, O Maia; José Serra; Aécio Neves… e outras figuras, utilizadas pela mÃdia para combater o governo? Existe algum outro sentido nas declarações do parlamentar que não seja a de ganhar espaço na mÃdia para fazer sua campanha?
Que siga a mÃdia criando os seus figurões filhos da ditadura para confrontar com o governo em 2010, mas sem chorar pelo menos…
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